Por Adilson Carvalho

Há exatos vinte anos atrás a Disney, empolgada com o sucesso da franquia Piratas do Caribe, adaptado de uma das atrações do parque temático, decidiu fazer o mesmo com uma atração que fala de fantasmas. Seria assim a quinto vez que o estúdio tentaria algo assim depois de A Torre do terror (1997), Missão Marte (2000), Os Ursos Caipiras (2002) e Piratas do Caribe: A Maldição do Pérola Negra (2003). Curiosamente, a Disney já alimentava um projeto com a mansão mal assombrada desde a segunda metade dos anos 80 devido ao sucesso de Os Caça-Fantasmas (1984).

Na história, o agente imobiliário Jim Evers (Eddie Murphy) vive trabalhando, e sua esposa Sara (Marsha Thomason) reclama que ele não está dando atenção aos filhos. Jim decide tirar uma férias com a família e no caminho, eles param para visitar uma mansão e descobrem que a casa é assombrada pelo Mestre Gracey (Nathaniel Parker), seu mordomo, Ramsley (Terence Stamp), e dois criados (Wallace Shawn e Dina Spybey Waters) que precisam de ajuda para acabar com uma maldição. Madame Leota (Jennifer Tilly), a medium cuja cabeça está dentro de uma bola de cristal, foi batizada em homenagem a Imagineer Leota Toombs, funcionária da Disney nos anos 60 em vários projetos do parque. O filme acabou não agradando público nem crítica que detonaram o filme por não ser nem engraçado nem assustador. O próprio Eddie Murphy, em seu segundo trabalho para a Disney depois de Mulan (1999) desgostou do filme na época de seu lançamento. Melhor sorte para a nova versão.