Por Paulo Telles. Cine Retro BoaVista
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Um Convidado Bem Trapalhão (1968): Blake Edwards faz Peter Sellers promover uma festa de arromba!
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| O Diretor Blake Edwards (1922-2010) |
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| O Astro Peter Sellers (1925-1980) |
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| Peter Sellers sendo filmado por Blake Edwards |
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| Sellers é um ator indiano, Hrundi V. Bakshi. Apesar de toda pose para interpretar O Filho de Gunga Din… |
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| … Hrundi não passa de um trapalhão desastroso! |
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| Hrundi é convidado por “acidente” para uma festa em Hollywood… |
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| …e não demora, inicia seus desastres e suas trapalhadas… |
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| …tendo no garçom (Steve Franken) um inconsciente cúmplice dos desastres. |
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| Uma atriz vivida por Carol Wayne simpatiza com o indiano, enquanto lá atrás os garçons parecem não se entender. |
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| Hrundi tenta ajudar o anfitrião da festa, mas parece mesmo só atrapalhar. |
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| A bela Claudine Longet no papel de uma atriz aspirante, que logo simpatizará com o indiano atrapalhado vivido por Sellers. |
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| O Ex-Tarzan Denny Miller é um astro cowboy, que também simpatizará com Hrundi. |
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| Uma festa de arromba! |
UM CONVIDADO BEM TRAPALHÃO se espelha perfeitamente em seu tempo, e em sua época. Não poderia faltar um toque do movimento hippie num filme feito e passado na Hollywood de 1968, tendo também referências aos constantes e diários protestos (como contra a Guerra do Vietnã, ainda que de modo velado). O pequeno elefante que adentra a mansão vem dentro dessa atmosfera hippie. A cítara que o personagem de Peter Sellers pratica em casa no momento em que chega o convite para a festa, e ele fumando maconha, também caracterizam o movimento.
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| Divulgação |
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| O movimento Hippie presente no filme! |
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| A entrada do elefantinho na mansão, que provoca ainda mais confusão, e a cítara, não poderiam faltar em UM CONVIDADO BEM TRAPALHÃO (1968). |
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| Claudine Longet e Peter Sellers, um par perfeito! |
Um Convidado Bem Trapalhão foi o filme em que Edwards experimentou uma incrível liberdade de criação, falando de dentro de Hollywood – ou seja, um filme implosivo – como se estivesse ao mesmo tempo satisfeito e profundamente desdenhoso em relação a tudo que aquele universo representava. Não havia roteiro para o filme, apenas linhas gerais de ação e de descrição dos personagens, anotações a partir das quais tudo era improvisado. Aqui no Brasil se tornou uma das comédias preferidas do público brasileiro, que retornou várias vezes as salas em suas reprises, contudo não gozou do mesmo sucesso nos Estados Unidos. Mas se tornou uma obra Cult, sendo um dos melhores momentos do diretor Blake Edwards e de um dos maiores artistas cômicos do Século XX, Peter Sellers.
Ano de Produção – 1968
País – Estados Unidos
Gênero – Comédia
Direção – Blake Edwards
Produção – Blake Edwards, Ken Wales, Walter Mirish, para a United Artist.
Fotografia – Lucien Ballard (em cores)
Música – Henry Mancini
Metragem – 99 minutos
Peter Sellers – Hrundi V. Bakshi
Claudine Longet – Michele Monet
Natalia Borisova – Ballerina
Jean Carson – Nanny
Marge Champion – Rosalind Dunphy
Corinne Cole – Janice Kane
Dick Crockett – Wells
Carol Wayne – June Warren
Frances Davis – Maid
Denny Miller – ‘Wyoming Bill’ Kelso
Danielle De Metz – Stella D’Angelo
Steve Franken – Levinson, o garçom
Kathe Green – Molly Clutterbuck
Allen Jung – Cook
Buddy Lester – Davey Kane
Gavin MacLeod – C. S. Divot
Fay McKenzie – Alice Clutterbuck
J. Edward McKinley – Fred Clutterbuck

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