Por Adilson Carvalho
Thor Amor & Trovão

Depois dos eventos de “Vingadores Ultimato“, Thor se torna o primeiro dos membros originais da equipe a ter um quarto filme. Compreensível, de levarmos em conta o resultado satisfatório nas bilheterias de “Thor Ragnarok” ( 2017) dirigido pelo neozelandês Taika Waititi, que retorna à cadeira de diretor e ao roteiro de “Thor Amor & Trovão“, 29ª produção do MCU. Em seu quarto filme solo, Thor (Hemsworth) busca a ajuda de Jane Foster (Portman), agora uma versão feminina de seus poderes, e de Valquíria (Thompson) para enfrentar Gorr, (Bale) um assassino galáctico conhecido como o Carniceiro dos Deuses, que procura a extinção dos deuses. Para combater a ameaça, Thor ainda conta com a ajuda de Korg (Waititi). Juntos, eles embarcam numa angustiante aventura cósmica para descobrir o mistério da vingança do Carniceiro dos Deuses e detê-lo antes que seja tarde demais. Waititi adaptou elementos do arco de histórias de Jason Aaron, publicado a partir de 2014, que mostra Jane Foster tornando-se a poderosa Thor, assim trazendo de volta Natalie Portman que estava descontente com sua personagem nos eventos de “Thor Mundo Sombrio” (2013). O elenco ainda inclui Russell Crowe como Zeus, o senhor do Olimpo e tem participação especial dos Guardiães da Galáxia Peter Quill (Pratt), Mantis ( Klementieff), Drax (Bautista), Rocket (Cooper) e Grott (Diesel). Mas é o vilão vivido por Christian Bale quem movimenta a trama apesar de seu visual bizarro, e talvez até mesmo por causa dele, causa um impacto como um adversário capaz de provocar morte e destruição em escala para vários panteões mitológicos. E é nesse ponto que sempre reclamei dos filmes solo do herói. Apesar de aparecer na história Falligar, o Behemoth ou Toothgnasher e Toothgrinder, as cabras mágicas de Thor, baseadas nos animais mitológicos nórdicos Tanngrisnir e Tanngnjós, os filmes aproveitam muito pouco a riqueza narrativa da mitologia nórdica. E apesar de divertida, o potencial desta é mal aproveitado quando caberia uma abordagem épica no estilo “Game of Thrones”. Mas este é o Universo Cinemático Marvel, e seu púbico clama por romance e aventura, amor e trovão.
Thor Love & Thunder. EUA 2022. Dir: Taika Waititi. Com Chris Hemsworth (Mauro Horta), Natalie Portman (Flávia Saddy), Tessa Thompson (Jussara Marques), Christian Bale (Marco Antonio Abreu), Taika Waititi (Marco Aurélio Campos), Chris Pratt (Raphael Rossato), Russell Crowe (Ricardo Schnetzer), Pom Klementieff, Bradley Cooper, Vin Diesel, Dave Bautista.
Os Primeiros Soldados

Em Vitória, na virada de 1983, um grupo de jovens LGBTQIA+ celebra o réveillon sem ideia do que se avizinha. O biólogo Suzano sabe que algo de muito terrível começa a transtornar seu corpo, descobrindo que é HIV positivo. Seu desespero o aproxima da artista transexual Rose e do videomaker Humberto, igualmente acometidos pela AIDS. O filme explora a primeira onda da epidemia de AIDS., quando a falta de informação dificultava qualquer tratamento.
Bra 2022. Dir: Rodrigo de Oliveira. Com Johnny Massaro, Renata Carvalho, Vitor Camilo, Clara Choveaux.
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