Por Adilson Carvalho

Depois da dramática morte do Capitão Marvel na aclamada graphic novel de Jim Starlin, publicada em abril de 1982, a editora Marvel precisava usar o nome do personagem ou perderia os direitos. Assim, dois meses depois, em The Amazing Spider-Man Annual # 16 (publicado no Brasil em Heróis da TV # 101) surge Monica Rambeau, criada por Roger Stern e John Romita Jr. A personagem se tornou a segunda pessoa a usar o codinome “Captain Marvel” , e a primeira mulher a ocupar o posto. Na época Carol Danvers havia perdido seus poderes, e a solução óbvia era criar um novo personagem. Assim surge uma tenente da polícia de New Orleans, que é bombardeada com energias extra dimensionais e ganha assim o poder de converter seu corpo em qualquer forma de energia.
Batizada de Capitã Marvel pela imprensa, Rambeau entrou para os Vingadores como um membro em treinamento, e mais tarde chegou a se tornar a líder da equipe. Com seu visual nitidamente lembrando a atriz Pam Grier, Mônica cresceu em importância durante o tempo que foi membro ativo dos Vingadores, e ainda ajudou o Dr. Estranho e a Feiticeira Escarlate a derrotar Drácula. Com bravura Mônica enfrentou perigosos adversários como Attuma, os Mestres do Terror, Os Espectros, Kang e outros. Quando surgiu Genis Vell, o filho do Capitão Marvel original, Mônica finalmente lhe cedeu o nome e passou a se chamar de Photon, usando isso por algum tempo, até que Genis-Vell adotou o mesmo nome.e Mônica decidiu se pelo nome Pulsar. Em live action, Monica Rambeau foi vivida, pela primeira vez, por Akira Akbar no filme solo da Capitã Marvel (2019) Como o longa se passa na década de 90, Monica ainda é uma criança, a filha da melhor amiga de Carol Danvers (Larson). Em Wandavision (2021), que se passa nos dias atuais, ela foi interpretada por Teyonah Parris, que volta ao papel em As Marvels (2023).
Depois de Carol Danvers e Monica Rambeau, volte ao cinemacompoesia amanhã para conferir a origem de Khamala Khan, a Mrs. Marvel.