ESTREIAS DA SEMANA | 9 DE JULHO

Adilson Santos

Moana. Inspirado na animação da Disney lançada em 2016, o live-action, 25º a adaptar uma animação de sucesso, celebra a cultura polinésia através da personagem Moana Waialiki (Laga’aia), uma jovem descendente de uma longa linhagem de navegadores que vive em uma ilha e sonha em explorar o oceano e o mundo exterior. Sua chance vem quando uma ameaça coloca em risco o futuro de seu povo. Ao descobrir que o semideus Maui (Johnson) foi responsável por desencadear o desequilíbrio que afeta a natureza, Moana parte em uma jornada pelo mar para encontrá-lo e restaurar o coração da deusa Te Fiti. Auli’i Cravalho, que dublou Moana nos filmes de animação, se recusou a reprisar o papel em live-action porque queria abrir caminho para que outro habitante das ilhas do Pacífico assumisse o papel. Cravalho ainda recebeu crédito como produtor executivo.
Moana. EUA 26. Direção: Thomas Kail | Com Catherine Laga’aia (Bia Vasconcelos), Dwayne Johnson (Saulo Vasconcelos), Jermaine Clement (Roberto Garcia), Rena Owen (Rejani Humphreys). Aventura.

Herança de Narcisa. Premiado no Festival do Rio de 2025, a história acompanha o retorno de Ana (Oliveira) à casa onde passou a infância. O antigo lar, um velho casarão localizado no bairro do Cosme Velho no Rio, é a única herança deixada por sua recém falecida mãe, vaidosa e instável ex-vedete Narcisa (Murtinho). Decidida a vender a casa, Ana começa a revirar o imóvel ao lado de seu irmão Diego (Muller) que, ao contrário da irmã, decide abrir um mar de antigos traumas e mistérios ao destrancar o camarim de sua mãe, local onde estão os segredos de sua morte. Após seu irmão ir embora, Ana passa a ser assombrada por uma maldição ancestral e pelo espírito da mãe. Para sobreviver ao mal que a ronda, Ana precisará confrontar as mágoas e as memórias de uma relação tóxica mal resolvida. O filme lembra clássicos como Sangue de Pantera (1942) e A Morta-Viva (1943).
Herança de Narcisa. Bra 26. Direção: Clarissa Appelt, Daniel Dias | Elenco: Paolla Oliveira, Rosamaria Murtinho, Pedro Henrique Muller, Elvira Helena, Jorge Luiz Jeronymo. Terror.

A Morte do Demônio: Em Chamas. Sexto filme da franquia iniciada por Sam Raimi em 1983, com o mesmo diretor de Infestação (2023), escolhido pelo próprio Raimi para conduzir a nova história. A jovem Alice (Yacoub) enviúva e , por conta do luto, busca refúgio no lar dos sogros. Em vez do acolhimento esperado, ela vem aos poucos a descobrir que eles estão prestes a se transformar em divindades horripilantes. Além disso, a vida dela se transforma ao descobrir que os votos matrimoniais feitos em vida serão válidos por toda a eternidade, isso inclui o fim da vida terrestre. Para os fãs da trilogia original, a foto de Bruce Campbell – aqui retornando como produtor – é exibida na parede ao longo da escada da casa
Evil Dead Burn. EUA 26. | Direção: Sébastien Vaniček | Com Souheila Yacoub, Hunter Doohan, Luciane Buchanan, Erroll Shand, Tandi Wright, Greta van den Brink, Maude Davey. Terror.

O Convite. Joe (Rogen) e Angela (Wilde) são um casal que se vê preso à rotina da relação. Seu relacionamento parece estar à beira do colapso, porém as coisas mudam quando eles casualmente convidam seus vizinhos Hawk (Norton) e Piña (Cruz) para um jantar. Contudo, em vez de ser uma noite tranquila com coquetel, se transforma em um evento repleto de reviravoltas inesperadas ao descobrir que o misterioso casal, talvez, esteja organizando orgias no apartamento de cima, revelando desejos reprimidos e sexualidades pouco exploradas. Antes dos créditos finais rolarem, uma mensagem que diz “Para Diane” é mostrada. A mensagem é uma homenagem para Diane Keaton, que interpretou a mãe da diretora Olivia Wilde em Natal dos Coppers (Love the Coopers, 2015).
The Invite. EUA 26. Direção: Olivia Wilde | Com Seth Rogen, Olivia Wilde, Penélope Cruz, Edward Norton, Skip Howard, Rachel Thurow. Comédia Romântica.

Primavera. Grande vencedor do Donnatello Awards (o mais importante prêmio cinematográfico da Itália) com 7 prêmios, incluindo melhor atriz para Tecla Insolia; que vive Cecília, uma jovem garota que tinha um talento aguçado para tocar violino. Buscando se tornar uma violinista de sucesso, ela conhece Vivaldi (Riondino) dentro do orfanato no qual estava confinada. Ele acaba se tornando seu professor, e com o passar do tempo, o amor dela pela música vinha se tornando cada vez mais forte do que um simples tom. Agora, ao entender o seu verdadeiro destino, ela pode usar a música para se libertar e finalmente viver a vida que queria. Baseado em fatos reais, o filme é apenas inspirado na vida do famoso compositor barroco italiano Antonio Vivaldi, já que mistura fatos históricos com ficção
Primavera. FR / ITA 25. Direção: Damiano Michieletto | Com Tecla Insolia, Michele Riondino, Fabrizia Sacchi, Andrea Pennachi, Vanessa Bellé, Stefano Accosi. Cinebiografia Musical.

Os Emergentes. Uma família tradicional da alta sociedade que vê sua vida virar de cabeça para baixo após perder todo seu dinheiro. Acostumados ao conforto, ao status e aos privilégios de antes, eles precisam se adaptar a uma nova realidade trabalhando agora para antigos funcionários que enriqueceram, ascenderam socialmente e passaram a ocupar o lugar antes pertencente aos ex-patrões. Com a inversão de papéis como ponto de partida, a história mistura humor, ironia e crítica social.
Os Emergentes. Bra 25. Direção: Gustavo Piaskoski, Janda Montenegro, Elias Menezes | Com Rafael Cardoso, Mônica Carvalho, Nando Cunha, Nelson Freitas, Alexandra Ritcher. Comédia.

Toquinho: Encontros e um Violão. Documentário contando a história de Toquinho, um dos maiores cantores e compositores da música brasileira, autor da icônica Aquarela, e parceiro de composições de Vinicius de Moraes. Com momentos inesquecíveis ao lado do seu violão, o filme busca retratar o processo criativo e as parcerias que ajudaram a consolidar sua presença no cenário musical.
Toquinho: Encontros e um Violão. Bra 26. Direção: Erica Bernardini | Com Toquinho, Ornella Vanoni, Pedro Bial. Documentário.

Deixe um comentário