WATCHLIST |  DEZ LIVE ACTIONS DA DISNEY

Adilson Santos

#1. Alice no País das Maravilhas (2010). Dirigido por Tim Burton, acompanhamos uma jovem Alice (Mia Wasikowska) que, aos 19 anos, retorna ao mundo fantástico que visitou quando criança, reencontrando seus habitantes peculiares e descobrindo seu verdadeiro destino em uma batalha contra a tirania da Rainha de Copas (Helena Bonham Carter). Um belo design de produção, mas o filme fica muito refém das caracterizações e da atuação “exagerada” de Johnny Depp como O Chapeleiro Louco. O sucesso levou à sequência Alice Através do Espelho (2016), esta sem Burton na direção.

#2. Malévola (2014). Um dos melhores live-actions do estúdio, o clássico conto da Bela Adormecida (Elle Fanning) é recontado sob a perspectiva da vilã Malevola (Angelina Jolie) revelando os eventos que transformaram uma fada de coração puro em uma mulher amargurada, disposta a proteger seu reino a qualquer custo. Ganhou a fraca sequência Malévola – A Senhora do Mal (2019).

#3. Cinderela (2015). A princesa clássica da Disney teve uma adaptação mediana por Kenneth Brannagah, que nos apresenta a uma versão encantadora e clássica da gata borralheira (Lily James) que, após a morte de seu pai, precisa enfrentar a crueldade de sua madrasta (Cate Blanchet) e suas meias-irmãs, mantendo a bondade e a coragem até encontrar seu final feliz com a ajuda de uma fada madrinha (Helena Bonham Carter).

#4. Mogli: O Menino Lobo (2016), a história narra a jornada de um menino criado por lobos (Neel Sethi) na selva indiana, que precisa embarcar em uma aventura de autodescoberta e perigo ao ser forçado a deixar o único lar que conheceu para escapar da ameaça do temível tigre Shere Khan (Idris Elba).

#5.  A Bela e a Fera (2017). Outra adaptação que funcionou muito bem com Emma Watson, a Hermione de Harry Potter, como uma jovem brilhante e independente que decide trocar sua liberdade pela de seu pai, tornando-se prisioneira em um castelo encantado, onde acaba descobrindo a alma gentil que se esconde sob a aparência monstruosa da Fera (Dan Stevens).

#6. Aladdin (2019). Foi um desafio ter um Gênio que não fosse Robin Williams, mas Will Smith cumpriu bem seu papel. Na história, um jovem ladrão astuto (Mena Massoud) e uma corajosa princesa (Naomi Scott) e cruzam nas ruas de Agrabah, dando início a uma aventura mágica recheada de desejos de cortesia do gênio da lâmpada (Will Smith). O audacioso trio busca pela verdadeira identidade em meio a conspirações palacianas.

#7. O Rei Leão (2019). A animação original ainda é a melhor, mas a versão com animais gerados por computador impressiona. A história é a mesma, acompanhamos o destino de Simba, um filhote de leão destinado a governar a savana, que precisa superar o trauma de uma grande perda e o exílio para retornar e tomar o seu lugar de direito no ciclo da vida. O sucesso de bilheteria gerou a prequela Mufasa – O Rei Leão (2024).

#8. Dumbo (2019). Tim Burton bem que tentou, mas aqui não funcionou tão bem assim a história do simpático elefante recém-nascido com orelhas gigantescas que o tornam motivo de chacota em um circo em decadência, até que ele descobre sua habilidade única de voar e transforma a vida de todos ao seu redor.

#9. Mulan (2020). Uma jovem destemida decide se disfarçar de homem para assumir o lugar de seu pai doente no exército chinês, utilizando sua força e agilidade para enfrentar invasores e honrar sua família com bravura inabalável.

#10. Cruella (2021). Voltamos aos anos 70 em Londres para acompanhar a ascensão da icônica vilã, explorando como a jovem estilista Estella (Emma Stone), marcada por suas experiências e ambição, acaba abraçando seu lado mais sombrio e revolucionário para se tornar a lendária Cruella de Vil.

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