POLTRONA 5 | CORRIDA CONTRA O TEMPO. ○

Adilson Santos

Desde que Gal Gadot deixou o papel de Mulher Maravilha, a atriz vem tentando alguns papéis mas apesar de seu carisma e beleza, a atriz parece limitada em cena e sua escolha de papéis deixa a desejar. Agente Stone (2023) foi uma pálida tentativa de criar uma franquia de ação para a Netflix e a rainha malvada do insosso Branca de Neve (2025) nao ajudou muito. A questão é que Corrida Contra o Tempo (The Runner) e ainda pior. A história mostra Maia (Gadot), uma advogada de sucesso que mora em Londres sendo arrastada para uma corrida tensa e perigosa pela cidade depois que seu filho, Noah (Rory Wilmot), é sequestrado. Forçada a obedecer a uma série de ordens enigmáticas de um misterioso interlocutor (Damian Lewis), ela corre contra o tempo por uma teia de segredos e ameaças, em uma tentativa desesperada de salvar seu filho. Gal Gadot treinou por nove meses com o ex-velocista olímpico Malachi Davis para se preparar para seu papel aqui, mas nao ha nada alem disso em sua atuação, previsível dentro de uma fórmula de suspense dependente de sua astúcia e velocidade. Todo o roteiro é previsível e o antagonismo de Damian Lewis (Band of Brothers) muito mecânico e sem o efeito desejado para um duelo com Gal, que nunca engrena e ainda entrega no final um plot twist forçado. No final, a corrida vai cansar e o que fica é a exaustão.

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